Piada Infame
Rômulo saiu de casa a procura de uma farmácia.
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O problema urinário mais comum entre as crianças são as infecções. Estima-se que 3% das meninas e 1% dos meninos até 11 anos já tenham apresentado infecção do trato urinário. Estudiosos no assunto acreditam que essa estimativa seja baixa, pois muitas dessas infecções não são detectadas. Os sintomas nem sempre são óbvios para os pais, e as crianças menores são incapazes de descrever o que sentem. É muito importante reconhecer e tratar das infecções do trato urinário, pois não curadas podem causar sérios problemas renais, levando até a uma insuficiência renal.
Como é a função normal do Trato Urinário? Os rins filtram e removem as impurezas e a água do sangue produzindo a urina. São produzidos 20 ml por quilo por dia de urina nos adultos e um pouco menos na criança, dependendo de sua idade. A urina desce dos rins por dois tubos finos denominados ureteres e é então estocada na bexiga. Quando a bexiga está repleta, a criança relaxa os músculos da uretra e elimina a urina. O orifício externo da uretra nos meninos localiza-se na glande (cabeça do pênis) e nas meninas na vulva, acima do intróito vaginal.
Como o Trato Urinário torna-se infectado?
A urina normal não contém bactérias. As bactérias podem alcançar o Trato Urinário e a urina, provenientes da pele ao redor do reto e dos genitais, fazendo um trajeto ascendente, da uretra para a bexiga. Quando isso ocorre, a bactéria pode causar infecção e inflamação da bexiga, resultando em edema e dor nas regiões laterais e inferiores do abdome. É a chamada Cistite.
Se as bactérias sobem da bexiga pelos ureteres e alcançam os rins, uma Pielonefrite pode se instalar. Essa infecção é freqüentemente acompanhada de dor lombar e febre. As infecções renais são mais graves que as Cistites.
Quais são os sinais da Infecção do Trato Urinário?
As mucosas da bexiga, uretra, ureteres e rins ficam irritados com a ITU, como o nariz e a garganta no resfriado. Se a criança for um bebe ou tiver até dois anos de idade, os sinais de ITU podem não ser muito claros pois, ela não consegue contar o que sente. A criança pode ter febre alta, tornar-se irritada, ou simplesmente não se alimentar.
Uma criança maior com irritação da bexiga pode apresentar: 1) dor em baixo-ventre ou abdominal, 2) polaciúria ( urinar a todo instante, com ou sem dor, em pequena quantidade, às vezes só alguns pingos), 3) dor nas costas, 4) dificuldade em segurar a urina, molhando a roupa, e, 5) a urina pode ter mal cheiro ou parecer turva.
Como descobrir se a criança está com ITU?
O especialista que pode descobrir se a criança está com ITU ou não, deve ser um pediatra ou um urologista infantil.
A urina deve ser coletada no laboratório para os exames denominados: Urina tipo I, Urocultura e Antibiograma. Para a criança menor é usado um saco coletor estéril que se adere nos genitais dos meninos ou das meninas que ainda não adquiriram continência. Esse saco coletor deve ser trocado a cada 30 a 40 minutos enquanto a criança ainda não tiver urinado para que não se torne contaminado. As crianças maiores podem urinar em um coletor estéril com tampa. Antes dessa coleta, no laboratório, os genitais devem ser bem limpos, para que essa urina não se contamine com bactérias da pele ou da área perto do reto.
Nestes exames poderemos saber se a urina contém leucócitos (pus), hemácias (sangue), cristais ou bactérias. Também, através da urocultura poderemos conhecer o tipo de bactéria presente nessa urina e os antibióticos a que elas seriam sensíveis.
Como tratar a Infecção do Trato Urinário?
As ITU são tratadas com antibióticos. Após a coleta da urina, o médico já deve iniciar o tratamento com uso de antibiótico que mais freqüentemente é sensível às bactérias que comumente atacam o trato urinário. Ao ter o resultado da urocultura, o médico pode ou não necessitar trocar o antibiótico.
A via de administração e os dias necessários para o cura, serão determinados de acordo com o tipo da bactéria, a gravidade da infecção e o tipo de antibiótico empregado. Após poucos dias do início da medicação, a criança costuma estar bem melhor, mas é importante que seja administrada todo o antibiótico prescrito, para que a bactéria não adquira resistência àquela droga, e o paciente fique totalmente curado.
Outro ponto importante no tratamento e na prevenção das infecções do trato urinário é a adequada ingestão de líquidos que a criança deve ter durante todo o dia. Muitas vezes a criança, envolvida em seus afazeres e brincadeiras, esquece de pedir para tomar água; por isso devemos oferecer-lhe sempre que possível. Conte ao médico se a aceitação de líquidos pela criança não estiver sendo adequada, e por conseqüência a diurese (produção de urina) não for suficiente.
Quais exames realizar após a melhora da ITU?
Após a cura da infecção, deve-se fazer uma investigação do Trato Urinário com exames que estarão a cargo do Pediatra ou do Urologista Pediátrico solicitar. O tipo de exame pedido vai depender da idade da criança, dos sintomas e das circunstâncias encontradas com a ITU, e, com o tipo de infecção ocorrida. Serão aqui citados os exames existentes, não querendo dizer que se aplicam a todas as ITU nas crianças. Cada paciente deve ser analisado pelo seu médico e este deve solicitar um ou mais exames.
- Ultrassonografia de Rins e Vias Urinárias: exame que mostra, através de ondas sonoras, os rins e a bexiga. Através de sombras dos rins e da bexiga, poderemos saber sobre certas anormalidades congênitas ou não e sobre medidas de como estão funcionando os rins. É o primeiro exame que deve ser realizado sempre que uma criança tiver uma Infecção do Trato Urinário.
- Uretrocistografia Miccional: é um tipo de Raio-X contrastado que examina a uretra e a bexiga durante seu enchimento e esvaziamento. Um líquido iodado é introduzido na bexiga através de um cateter (sonda) colocado na uretra da criança, até que a bexiga esteja cheia e a criança inicie a micção. Esse exame demonstra anormalidades da uretra e da bexiga, e se a urina não retorna para os ureteres durante o seu enchimento ou o esvaziamento (Refluxo Vésico-Ureteral).
-Urografia Excretora: é um exame que demonstra todo o trato urinário através da injeção endovenosa de uma substância iodada, que aparece ao RX durante sua excreção pelos rins, ureteres e bexiga. O inconveniente do exame é a radiação recebida pela criança.
- Cintilografia Renal: exame que através da injeção endovenosa de uma substância radioisotópica, um aparelho capta as radiações e pode demonstrar a quantidade de função de cada rim, a sua excreção para o trato urinário e a presença ou não de lesões renais denominadas cicatrizes, que ocorrem em consequência de infecção urinária. A vantagem do exame em relação a Urografia Excretora é que, a cintilografia, não expõe a criança a radiações desnecessárias.
Quais anormalidades podem ser encontradas na criança com ITU?
Muitas crianças que apresentam ITU têm rins e bexigas normais, mas as que têm alguma anormalidade devem tê-la detectada o mais cedo possível, para que se tente proteger seus rins de maiores danos. Podem ocorrer as seguintes anormalidades:
- Refluxo Vésico-Ureteral: a urina normalmente desce dos rins para os ureteres em direção à bexiga. Com o refluxo, quando a bexiga se enche, a urina faz também o trajeto contrário, subindo até os rins. Essa anormalidade é comumente encontrada em crianças com infecção urinária.
- Obstrução Urinária: bloqueios do fluxo urinário podem ocorrer em qualquer parte do trato urinário. Muito comum é o aparecimento de bloqueios se o ureter ou uretra são muito estreitos ou também se ocorrer algum cálculo (pedra) renal. Ocasionalmente o ureter pode desembocar em local errado na bexiga.
As crianças menores são as mais predispostas ao risco de danos renais a partir de uma ITU. Esses danos incluem: cicatrizes renais, pequeno crescimento renal, função renal anormal, aumento da pressão arterial e outros problemas. Por essa razão, é importante que as crianças com Infecção do Trato Urinário tenha seu diagnóstico confirmado e o seu tratamento iniciado rapidamente, assim como, tenha um acompanhamento médico adequado.
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A PERGUNTA QUE FAÇO É:
VOCÊ DEIXARIA SEU FILHO, MENOR DE 02 ANOS VIAJAR SEM A SUA PRESENÇA?
EU SEI QUE 90% NA DEIXARIA.
MAS EU DEIXEI.....
A MINHA MÃE QUER IR VER NOSSA FAMILIA, E A NOSSA FAMILIA QUER VER EMANUEL.
DE CARA EU DEIXEI, ACREDITEM...
NÃO FOI UMA DECISÃO QUE TIVE QUE PENSAR DIAS .....
SIMPLISMENTE O PEDIDO VEIO E DE CARA EU DISSE "SIM".
EU ACREDITO QUE VAI SER UMA EXPERIÊNCIA BOA PARA EMANUEL VIAJAR COM A AVÓ.
MEU MARIDO RELUTOU, MAS EU O CONVENCI QUE SERIA INTERESSANTE PRO BEBÊ, E PARA NÓS, QUE TERÍAMOS AÍ 1 SEMANINHA SOZINHOS, PRA SAIR PRA NAMORAR, JANTAR FORA, IR AO CINEMA E ACORDAR TARDE (aff..... acho que eu nem sei o caminho do cinema mais...)
ELES VÃO AMANHÃ, E EU PRECISO ADMITIR O CORAÇÃO COMEÇOU A APERTAR....
NÃO AO PONTO DE DESISTIR QUE ELE VÁ....
MAS COMEÇAM A ROLAR AS DUVIDAS:
* será que ele vai sentir saudades?
* será que a minha mãe vai mandar ele escovar os dentes?
* será que ele vai sentir muito a falta da rotininha dele?
ESSAS E MUITAS OUTRAS PERGUNTAS AFLIGEM MEU SER.....
BOM, MAS ELES VÃO.... TÁ DECIDIDO.
SERÃO 7 DIAS SEM MEU LINDÃO.....
E VOCÊS, NA MINHA SITUAÇÃO, DEIXARIAM NUMA BOA?
SIM? NÃO?
PORQUE?
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Eu acho que algum tempo atrás eu já havia postado sobre esse mesmo assumto... mas nem me lembro direito....
Só sei que estou passando mal bocados com Emanuel na hora das refeições.
De novo, voltou a fase de não comer em público.
Seja dentro da minha casa, caso tenha alguem , uma visista....
Seja na rua, propriamente dito.
Tem gente perto?
Ele não come!
Pra sair, tenho que dar almoço ou janta cedo, antes do horario, senão ele fica na rua o tempo que for, e não se alimenta.
E em casa, preciso trancá-lo no quarto, pedir licença as visitas, e até mesmo ao m eu marido e dar comida na caverna.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Minha amiga disse que tem criança que fica entretida na rua ou com as pessoas e não sente fome.
Beleza.
Mas dentro de casa também?
Nem na frente do meu marido e da minha mãe, ele come.
Alguma ideia?
Alguma dica?
Aceito sugestões!
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Ola pessoal!
Fiz o sorteio dO Vale de r$ 50,00 da BABY BOO e a vencedora foi:



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Artigos Relacionados:Como pai (ou mãe), você é a pessoa que mais influencia na educação de seus filhos. Um dos seus (muitos) papeis é ajudá-los a aprenderem e a gostarem de ler.
Com as crianças, nós sabemos que há “horas calmas” e “horas agitadas”. Procure um lugar e uma hora calmos e sente-se com um livro. Dez a quinze minutos por dia é suficiente.
A leitura precisa ser algo prazeroso. Sente com seu filho. Tente não fazer pressão se ele ou ela estiverem indispostos. Se a criança perder interesse, faça algo diferente.
Se a criança diz algo quase certo no início de uma frase, tudo bem. Não diga “Não, está errado”, mas sim “Vamos ler isso aqui juntos” e dê ênfase às palavras quando pronunciá-las. Aumente a confiança da criança com dizeres positivos a cada pequena melhoria que ela conseguir. “– Muito bom! Você aprende rápido!” “– Certo! Você é muito inteligente” etc.
Encorage seu filho a retirar livros na biblioteca pública. Leve-o até lá e mostre, com calma, tudo que ele precisa.
Tente ler com seu filho todos os dias da semana. Pouco, mas frequentemente é a melhor estratégia. Os professores da escola têm um tempo limitado para ajudar individualmente a leitura dos alunos.
Provalvemente seu filho tem um dia de leitura na escola (Se não tem, vá lá e faça com que tenha, ora). Sempre converse com ele e faça comentários positivos. Assim a criança vê que você está interessado em seu progresso e que você valoriza a leitura.
Ser um bom leitor é muito mais do que simplesmente ler palavras corretamente. O mais importante é entender e refletir sobre o que está lendo. Sempre fale com seu filho sobre o livro, sobre as figuras, sobre as personagens, como ele acha que vai ser o final da história, sua parte favorita etc. Assim você vai ver como está o entendimento dele e poderá ajudá-lo a desenvolver uma boa interpretação.
Lembre que as crianças precisam experimentar vários materiais de leitura. Por exemplo, livros só de figuras, quadrinhos, revistas, poemas e até os jornais (mostre a ele a parte com palavras cruzadas e, claro, as tirinhas e charges).
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Artigos Relacionados:Eu conheci seu trabalho por recomendação de uma colega e blogueira conterrânea daqui de Cuiabá, a Michelle Bueno.
Quando a Michelle me contou de uma fotografa que fazia fotos de partos, logo eu pensei:
_Argh, que mau gosto!
Book de parto? Tô fora!
Meu Deus, num parto normal, ela fotografa o que? A dita-cuja sendo rasgada?
E na Cesárea? A carne sendo dilacerada?
Ahh não. Vou não, quero não, posso não...
Mas ai pensei, pensei e pensei:
Tá bom... tá bom.... vou lá ver antes de tecer meus pré- conceitos.
E eis que entrei no site, olhei, babei em tudo o que vi, e estou aqui, até fazendo até um post pra falar sobre as minhas impressões.
Quanta beleza tirada de um momento tão sublime pra nós, mas que, falando na real, é bem feio aos olhos de quem está de fora.
Ela não fotografa sangue, pele, cortes....
Ela fotografa olhares, lagrimas, momentos... rostos...
Ela capta a emoção do parto através de uma lente.
E depois de passado o momento, quando você olha aquelas fotos, a lembrança vem tão forte a sua mente, que é como se você fosse levado num Túnel do tempo de volta aquele momento mágico, que chega a sentir o puxão do médico novamente.
E pensa? Como somos amadores com a arte do nosso parto.
Pegamos as nossas câmeras baratas e chamamos nossos maridos trêmulos e despreparados pra fazer as fotos do momento mais especial das nossas vidas.
Aparece meio rosto, meio corpo, ângulos dos nossos corpos que poderiam ter sido cortados, gente que não precisava aparecer.... e aí, de repente aparecem calças comprida, pés e um piso cerâmico …
Ops ele desmaiou......
Pronto! Acabaram as chances de sair dali alguma foto que preste de um momento tão lindo...
Então!! Nessa hora entra a Natália Ponce...
Ela faz as honras da família em fotografar o seu momento, libera o maridão pra curtir o parto como expectador, e poder desmaiar a vontade e sem culpa.
E você carrega pra sempre, e com orgulho pra mostrar pra todos a lembrança do seu parto.
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REPORTAGEM DA REVISTA CRESCER:
Mãe, me dá um carrinho de aniversário?”, perguntou Manuela, de 3 anos. “Claro, filha. Você quer dizer um carrinho para levar as bonecas?”, ironizou a mãe, a secretária Fernanda Mendes Messias. M “
Fernanda, assim como muitos pais, tem receio de que a filha, que adora carrinhos e espadas, seja influenciada pelas brincadeiras pouco adequadas ao seu sexo. “Temo que ela fique muito moleca”, admite. Pais de meninos são ainda mais zelosos. “Eles perguntam se é normal o filho gostar de bonecas. Alguns até proíbem as brincadeiras”, afirma a psicóloga Evani Pecci Costa, diretora da Brinquedoteca Apoio Total, em São Paulo. A dúvida dos pais, em geral, está relacionada à orientação sexual das crianças no futuro. Será que meu filho vai ficar afeminado se vestir a fantasia da Cinderela? E minha filha, fã de lutas marciais, será uma mulher abrutalhada? Vamos deixar claro desde o início: essas inquietações não têm fundamento algum.
“Não existe brincadeira de menino ou de menina. A diferenciação é apenas cultural. Essa separação não se observa, por exemplo, em algumas tribos indígenas. O brincar não exerce influência sobre a opção sexual simplesmente porque, para as crianças, não tem essa conotação”, explica o sexólogo Marcos Ribeiro, autor de diversos livros sobre sexualidade infantil, como Menino Brinca de Boneca? (Editora Salamandra). Esse foi o motivo que levou Fernanda a autorizar a avó a dar o tal carrinho para Manuela. No próximo aniversário, ela vai ganhar uma cegonha (não o pássaro, mas o caminhão),que escolheu numa loja de brinquedos, em meio a Barbies, Pollys e Susies. “Proibir não adianta. Só aumenta a curiosidade”, acredita a mãe. Ela está certa.
Velhos tempos
A diferenciação nas brincadeiras, dividindo meninos e meninas em grupos distintos, está relacionada a normas sociais que têm origem na desigualdade entre os sexos. “As brincadeiras de menino, em geral, envolvem atividades ao ar livre, como bicicleta, pipa ou skate. As meninas brincam de casinha. Isso é comum porque, antigamente, era papel do homem sair de casa para trabalhar, enquanto às mulheres, cabiam os cuidados com o lar”, constata a pedagoga Maria Angela Barbato Carneiro, coordenadora do Núcleo de Cultura, Estudos e Pesquisas do Brincar da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Acontece que os papéis sociais mudaram. Hoje, as mulheres também trabalham fora. Os homens, por sua vez, participam dos afazeres domésticos e dos cuidados com os filhos. “Ao limitarem as brincadeiras das crianças, os pais reproduzem um modelo que não existe mais”, completa o sexólogo Marcos Ribeiro.
As transformações sociais são percebidas nas brincadeiras simbólicas, aquelas em que as crianças imitam os adultos. Gustavo, de 6 anos, adora brincar de casinha. Quando era menor, ganhou uma boneca dos pais. “Como ele costumava ser agressivo com crianças menores, talvez por ciúme, queríamos ensiná-lo a cuidar de um bebê de mentira. Deu certo”, relembra a mãe, a recepcionista Eunice Araújo Lima, que também é mãe de Heitor, de 8 anos, e Lucas, de 3 anos. A própria Eunice, quando criança, brincava de carrinho e de bolinha de gude com os meninos da vizinhança. Ela e o marido, que dividem os cuidados com os filhos, não vêem problemas na inversão de brinquedos.
“No faz-de-conta, as crianças copiam os adultos ao redor. O menino que troca fralda da boneca, provavelmente, está imitando alguém da família”, afirma a educadora Maria Angela. Ela sugere que, antes de criticar, os pais observem as brincadeiras e os grupos em que as crianças estão inseridas. “Ao brincarem de casinha, os meninos representam papéis masculinos. São o pai, o médico, o motorista. Já nas brincadeiras em grupo, quando uma das crianças pertence ao sexo oposto, entra no ritmo da maioria apenas para não ficar de fora da diversão”, diz. Gustavo, por exemplo, adora a companhia das primas. Quando estão juntos, ora brincam de papai e mamãe, ora se divertem jogando bola. É por meio do “brincar de” que as crianças aprendem a lidar com os próprios sentimentos, buscando compreender o mundo, os valores e a identidade. Se os meninos que brincam de casinha serão maridos e pais participativos, é difícil afirmar. “A brincadeira, no entanto, pode ajudar ambos os sexos a elaborar seu papel social dentro da família”, conclui a pedagoga.
Notas variadas
Meninos são melhores em matemática. Meninas, em leitura. É o que sugere o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), divulgado recentemente.O relatório, feito a cada três anos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), tem o intuito de avaliar estudantes do mundo inteiro. Do exame de 2003, que deu ênfase à matemática, participaram 250 mil jovens de 15 anos, de 41 países, incluindo o Brasil.
Brincadeiras de infância estariam por trás das diferenças nos resultados, acreditam os consultores do Pisa. Os garotos,por brincarem mais ao ar livre, teriam mais contato com espaço e forma. Foi exatamente nessas áreas — geometria, raciocínio espacial e modelos bi e tridimensionais — que eles se sobressaíram. Além do contexto sociocultural, existem as diferenças no mecanismo cerebral de homens e mulheres.Neles,o predomínio do hemisfério esquerdo, ligado à lógica, é maior. Enquanto nelas, há influência significativa também no hemisfério direito, o da intuição. Os educadores, entretanto, acreditam que seja apenas questão de oportunidade e estímulo.
Barbie X Falcon
Menino não brinca de boneca, segundo os pais mais conservadores. Mas de boneco pode? Para driblar o preconceito, a indústria de brinquedos desenvolveu personagens mais apropriados. O pioneiro, o soldado americano Falcon, da Estrela, chegou ao Brasil em 1977. Antes do lançamento, no entanto, o fabricante fez uma pesquisa para descobrir qual modelo agradaria os garotos. A resposta: o boneco deveria ser forte e cheio de cicatrizes, para garantir seu espírito de aventura e, claro, sua masculinidade. A identificação foi imediata. Só no primeiro ano, o boneco vendeu mais de 1 milhão de unidades.
A função dos bonecos, tanto da Barbie quanto do Falcon, é a mesma: representar os adultos. Eles são, portanto, fundamentais para a brincadeira — de meninos e de meninas. Outro obstáculo a ser vencido, na hora de escolher a brincadeira, é o poder da mídia sobre as crianças. Não apenas na quantidade de brinquedos, mas também nos tipos. “A criança é influenciada a desejar os modelos adequados ao sexo dela”, alerta a psicóloga Evani Costa. O ideal é que o brincar seja espontâneo e a oferta de brinquedos, variada. “Cada criança, independentemente do sexo e das diferenças fisiológicas entre eles, tem personalidade própria. Os pais devem respeitar isso”, acredita a psicopedagoga Aparecida Silva, do Gymboree, Centro de Desenvolvimento e Estimulação Infantil, em São Paulo. Isso significa não insistir no futebol, se o filho gosta de artes. Ou no balé, quando a menina prefere judô.
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Essa fase da criança se expressar é simplismente fantastica!
Cada nova palavra de Emanuel me faz pular de alegria!
Aqui em casa, como eu já relatei, a gente não usa nenhuma palavra no diminutivo, e tenta falar corretamente na frente dele.
Porque se vc falar certo, ele vai falar erradinho, do jeitinho dele...
Imagine se vc já começar a transmitir as palavras erradas, né?
Então tô montando uma seleção de gracejos dele , no meu ponto de vista, claro...
Pq eu posso achar lindo, e vc que lê achar um saco..
kkkkkkkk
Vamos as de hoje:
Ensinei uma oração bem simpleszinha pra ele criar o hábito de orar,que é assim: Papai do céu, obrigado pelo meu dia, Cuida de mim, Amém.
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Artigos Relacionados:| Ola, quem é vivo sempre aparece, né? Mas quem é vivo e trabalhador braçal aparece menos. Então girls, eu estou sumida há quase 1 semana por causa do novo emprego. Assunto para um proximo post. O que aconteceu de novo enquanto estive fora do Blog, foi o tal PIOLHO. Sim, ele apareceu nas nossas vidas. E eu sempre imaginei que iria conhece-lo somente na fase pre escolar do meu filho. Engano meu! A pedido do marido e pra evitar possíveis Bullyngs ( é assim que se escreve?) prometi postar sobre o assunto somente depois que meu pequeno estivesse livre, livre livre dos tais parasitas. Olha, a reação ao saber que seu filho, tão novo está com piolho, é horríevl. Porque se vincula piolho e falta de higiene. Isso é de praxe! E foi a primeira cobrança que recebi de todos da familia. Onde eu estava e o que eu estava fazendo que deixei Emanuel pegar piolho? Han? Cumassim? Sim, mas foi bem assim. Me senti péssima depois das cobranças, pois até então, eu achei super normal. Gente! Nossos filhos um dia pegarão piolhos. Isso é fato! A diferença é que o meu pegou mais cedo que o normal. Não sou suja nem porca, cuido da higiene do meu filho com afinco. Simplismente aconteceu. Não posso coloca-lo em isolamento, tipo o menininho do comercial do Repelex.. kkkkk Ele precisa brincar, e interagir com outras crianças. E eu como mãe, não posso pedir uma lista de exames médicos para as crianças que brincam com ele no parque ou na escolinha da Igreja, pra que assim, elas sejam permitidas a chegar perto do meu filho. Aconteceu! E chega! Não me crucifique seja vc parente ou amigo. (Ufa, momento desabafo!) Bem, agora que já passou tá td legal de novo. Tratamos com Escabin, que foi otimo, até melhor do que eu imaginei. Usamos por 4 dias, com o complemento do pente fino. Agora Tiguim está liberto! Graças a Deus! Piolhos! E agora? (Pediculus capitis) |
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Pesadelo para muitos pais, o piolho é um minúsculo parasita externo que habita entre os cabelos humanos e se alimenta de pequenas quantidades de sangue. |
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O piolho em si, às vezes é difícil de localizá-lo pois ele se move rapidamente e não são tantos para se ver em comparação com o número de lêndeas.
Tratamento Prevenção |
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